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Cidade fundada e edificada pelos Romanos mas com raízes na longínqua Pré-História. O Megalitismo – menires, cromeleques e dolmens – povoam com generosidade a região de Évora.

Durante o longo período da Idade Média, Évora foi refundada e repensada por romanos, muçulmanos, judeus e finalmente por cristãos.

Já no século XX, a Unesco, em 25 de Novembro de 1986, classificou o seu Centro Histórico como Património da Humanidade.

Ao percorrer as suas ruas e travessas, os seus pátios e largos, somos frequentemente surpreendidos por monumentos da nossa História que importa realçar assim como muitos outros edifícios e recantos que se espalham equilibrada e graciosamente por esta nobre cidade.

Foi o conjunto desta monumentalidade, mas também de toda uma ambiência e vivência à volta da Cultura Humanista da época, enriquecida pelas Artes, pela Música Polifónica da Sé e pelos Poetas do Cancioneiro da Renascença Portuguesa, que justificou a classificação atrás referida. A assim denominada Idade de Ouro da Cidade, foi coincidente com todo o Século XVI, a era das grandes Descobertas Marítimas Portuguesas e do despontar do moderno espírito científico.

A importância da relação entre os Patrimónios, material e imaterial, é compreendida quando olhamos e sentimos a textura urbana e os ambientes quentes e circulares; onde o arco, o pátio, as cores e os cheiros se interpenetram e nos completam; tudo isto nos vai transmitindo o sabor da História e da Cultura, da Arte e da Gastronomia, da Bibliofilia e da Museologia.

Évora, repertório inesgotável de poemas de granito e mármore, remete-nos continuamente para o Mito do Eterno Presente.

É uma encruzilhada de diferentes Povos, desde Celtas, Godos, Lusitanos, Romanos, Árabes, Judeus e Cristãos - e todos eles contribuíram para a construção da complexa idiossincrasia dos Eborenses.

 

 

Ebura Liberalitas Julia – a City founded and built by the Romans, with roots on distant prehistory. Megalithic monuments – menhirs, cromlechs and dolmens – are abundant on the region of Évora.

During the long period of medieval age, Évora was re-founded and reconsidered by the romans, muslims, jewish and finally by the christians.

In the 20th century, on the 25th November 1986, Unesco classified the Historic Centre of Évora as World Heritage.

Strolling through its streets and bystreets, its patios and squares, we are often surprised by the monuments of our history.

It was the set of this monumentality, but also the whole ambience and experience around the Humanistic Culture of those days, enriched by the Arts, the Polyphonic Music of the Cathedral and the Poets of the Portuguese Renascence Songbook that justified the aforementioned distinction. The so called Golden Age of the City coincident with the whole 16th Century, the period of the great Portuguese Maritime Discoveries and the dawn of the modern scientific spirit.

Évora, inexorable repertoire of granite and marble poems, always reminds us of the Myth of the Eternal Present.

It’s a cross roads of many different people – Celts, Visigods, Lusitanians, Romans, Muslims, Jews and Christians. They all contributed to the construction of the complex idiosyncrasy of the people of Évora.

Évora holds a cultural identity... thanks to Memory and History;
to Language and Word; to Rhythms of Nature and of Man, framed on the landscape; to Seasons and the Calendar of Traditional Celebrations; to Rite, Religion and Mythology; to Pilgrimage and Religious Festivals; to the Sound that surrounds us and the Music we make; to Work and Leisure; to the Town and the Village; to the City and the Countryside; to Scholar and Popular; to Modernity and Tradition; to Man and Woman; to the mix of Cultures and Civilizations.

All this have made us the men and women that we are today.